quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Sucessão interrompe programas nos Estados

Governador José Wilson Siqueira Campos, do Tocantins, não tem como fazer obras porque o Gaguim levou a grana para casa



Depois da posse dos governadores de Estados e da presidente da República, a coisa ficou complicada naqueles estados onde não aconteceram as reeleições dos governadores. Nestes estados, a falta de continuidade administrativa vem provocando corte de programas e suspensão de projetos. A interrupção mais brusca ocorreu em Tocantins, Estado que está parcialmente paralisado após a demissão de 15,6 mil dos 24 mil funcionários comissionados.

O governador tucano José Wilson Siqueira Campos, que assumiu o governo em seu quarto mandato no Tocantins, suspendeu praticamente todos os programas do antecessor, Carlos Henrique Gaguim, um aliado de Dilma e que pertence ao PMDB e está sendo acusado de cometer "irresponsabilidades e crimes".

Em carta aberta, Siqueira responsabilizou o ex-governador por dívidas que ultrapassariam R$ 60 milhões na Saúde, R$ 35 milhões na Educação, R$ 25 milhões em contrapartida estadual nas obras de construção da ponte que liga Lajeado a Miracema e de 12 mil casas populares, R$ 30 milhões para o Banco Mundial e R$ 70 milhões referentes a empréstimos consignados não repassados aos bancos e contribuições sociais dos servidores, entre outras pendências.

Assim sendo, o povo é que sofre. Mas também, quem mandou ter governador ladrão? Quando vem um moralizador, acontece essa guerra.

Mabel lança candidatura






Sandro Mabel chegou para bagunçar





Não faltava mais nada para atrapalhar os planos do governo. O deputado Sandro Mabel, do PR de Goiás, lançou na manhã de ontem a sua candidatura à presidência da Câmara, inviabilizando a estratégia do governo de assegurar a candidatura única do petista Marco Maia, do Rio Grande do Sul, ao comando da Casa. E para piorar as coisas, em entrevista coletiva que foi convocada às pressas, Mabel prometeu apresentar hoje suas propostas e plano de trabalho para a instituição.

Ele veio para a luta com jeito de quem está a fim de atrapalhar os projetos de Dilma, e em seu discurso falou que pretende trabalhar pela "independência da Câmara" e de que é preciso haver debate sobre a sucessão na Casa.

Na semana passada, o PR formalizou o apoio à candidatura de Marco Maia num jantar organizado pelo deputado Valdemar Costa Neto,do PR, que com seu jeito de “armador”, se colocou como uma das lideranças da legenda. Mas o Mabel que não é bobo nem nada, tratou de passar a liderança da bancada para o deputado Lincoln Portela, de Minas Gerais.

Agora é esperar para ver no que vai dar.
E agora, Dilma?





8Nelson Jobim desmente
a presidente Dilma



Depois que o presidente Lula e general da banda Nelson Jobim “resolveram” que o Rafale era o novo caça da FAB, mesmo contra as opiniões dos especialistas aeronáuticos, a presidente Dilma disse na semana passada que não estava definida a licitação e que inclusive os “camaradas” russos poderiam ser os “fornecedores” do novo equipamento da Força Aérea Brasileira.

Mas ninguém avisou ao “general, ou brigadeiro, ou ainda almirante”, Nelson Jobim que aquela “negociata” para salvar a empresa fabricante de aviões do Sarcozy, que está à beira da falência, não estava mais valendo e assim o ministro da Defesa desmentiu na manhã desta terça que a licitação para compra de novos caças para a Força Aérea Brasileira (FAB) tenha sido reaberta.

Em visita ao Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, Jobim fez uma negativa veemente de que a presidente Dilma Rousseff tenha anunciado a reabertura do processo de escolha com possibilidade de entrada de novos candidatos. Ele atribuiu essa informação a uma suposta "balbúrdia criada pelos concorrentes já eliminados e que estariam tentando voltar de alguma forma".

Mas sem querer Jobim deixou vazar que o Rafale já não é o único: “Escolhidos os três, abre-se uma negociação (para chegar ao vencedor) que normalmente dura 12 meses”. Segundo Jobim, disputam a venda de 36 caças ao Brasil a francesa Dassault (tida até o fim de 2010 como a vencedora), com o Rafale; a norte-americana Boeing, com o F-18 Super Hornet; e a sueca Saab, com o Grippen. A russa Sukhoi foi eliminada, mas poderia voltar se a licitação fosse reaberta. Também já demonstrou interesse em entrar no processo a Lockheed, dos Estados Unidos.

Resta saber se a Dilma vai fazer com o Jobim o que já fez com outros que entraram em assunto “já definido”.
Como oposição, ele é um trapalhão




Esse Álvaro Dias é um brincalhão



Quando a oposição está representada por um “cara’ como esse Álvaro Dias, o governo não com o que se preocupar. Pode fazer suas “lambanças” na maior tranqüilidade porque nada demais vai acontecer.

Álvaro pediu sua aposentadoria como ex-governador, pediu com pagamento retroativo, depois deu a desculpa que o dinheiro é para dar às Instituições de Caridade e agora apresenta o comprovante de sua primeira doação com data de dezembro de 2011.

Das duas uma: ou está instituição não existe ou então é uma tremenda de uma “esculhambação”.

O chato disso tudo é que o dinheiro que está em jogo é o dinheiro do povo.


Doe Sangue e salve vidas
Rua Frei Caneca, 8 – Centro
Rio de Janeiro
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Proposta indecente




Dilma é muito cara-de-pau

O governo resolveu fazer uma “proposta de troca” para enganar os trabalhadores e o perigo seria as lideranças sindicais caírem na arapuca, mas pelo visto, a Dilma deu com os “burros n’água”.

Depois de negar o aumento do salário mínimo para os R$ 580, como as lideranças dos trabalhadores estão pedindo, a Dilma resolveu que trocar o aumento de salário por correção da tabela do IR seria a grande jogada.

E realmente é uma grande jogada para o governo, já que o trabalhador que recebe salário mínimo não será nem de longe um peso nessa “maldita” tabela. Pelo que deu para notar, só os governantes não sabem que trabalhador não é burro.

A Força Sindical chamou de “nefasta” a proposta do governo e eu completo: “nefasta e desrespeitosa”. Nefasta porque não dará nada em troca ao verdadeiro trabalhador e, desrespeitosa porque os governantes se acham os únicos seres pensantes desse imenso país.

Pobre Brasil que está nas mãos de “salteadores” que só pensam em tirar do povo para se locupletarem cada dia mais.
Furnas está no fundo do poço






Edison Lobão está bem cercado





Depois que vieram à tona os prejuizos de Furnas, muita coisa agora vai brotar nesse mar de lama. Em relatório de engenheiros da estatal, existe denúncia que a Hidroelétrica de Simplício, que ainda está em construção na divisa do Rio de Janeiro com Minas Gerais, já está acumulado um sobrepreço de 100% do valor estimado.

Mas como tudo ali é feito às claras, o presidente da estatal, Carlos Nadalutti, reconhece que é sabedor de tudo e justifica o encarecimento da obra por problemas encontrados durante a execução da mesma.

Mas ele nega que o custo tenha dobrado de valor. Ele só não nega que foi nomeado por indicação política. Quanto a razão do Nadalutti em falar que o preço não dobrou, realmente ele deve estar com a razão já que o meu amigo “Zé Doidão”, que tem um bom relacionamento no governo ficou sabendo lá em Brasília que o acréscimo no custo da obra ainda não ultrapassou os 99%.

Realmente tem gente que aumenta as coisas, não é Nadalutti?

terça-feira, 25 de janeiro de 2011



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Nova presidente do Inep defende
duas aplicações do Enem ao ano



Gerson Tavares

Quanto mais mexe, mais fede. É assim que podemos falar sobre as loucuras do Enem que até agora o Fernando Haddad conseguiu fazer. Depois que ele mandou para casa o “culpado” pelas “emes” que aconteceram durante esses anos de Enem, agora Haddad resolveu entregar tudo nas mãos da Malvina Tuttman, reitora da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), que sempre foi uma defensora do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Com a nova posição, Malvina passa de apoiadora do projeto, para ser a principal responsável por ele.

E a Malvina já assumiu a presidência do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais, o “famigerado” Inep, com mil idéias. Só esquecem que desde 2009 as coisas são incontroláveis lá pelas bandas do Inep. Primeiro foi o Reynaldo Fernandes que deixou a presidência do instituto após roubo da prova. O exame teve que ser cancelado e reaplicado dois meses depois. Com o Joaquim Neto a coisa não foi melhor e “cada exame era uma gafe”.

Entre as déias da Malvina está a aplicação do Enem mais de uma vez por ano e ela aposta no caráter democrático do acesso ao ensino superior. “As mudanças requerem coragem para enfrentar os desafios e todas vêm com um ônus e um bônus”. Assim Malvina afirmou que entre ônus e bônus ela fica com os bônus.

Mas aqui cabe uma pergunta: E os estudantes só ficam com os ônus?